domingo, 4 de maio de 2008

Não vou falar sobre amigos, não vou falar sobre novelas. Nem muito menos vou falar de assuntos polêmicos. Em realidade, nem tenho sobre o que escrever. Minha inspiração para novos projetos parece estar se esvaindo e levando consigo todas aquelas idéias que estavam adormecidas na minha mente.
Fico muito feliz de saber que um amigo conseguiu escrever pra mim. Obrigada, Zepp.
Enfim, à escrita.

~º~

Procurando aquela luz no fim do túnel, juntei todo o fôlego possível e busquei a todo custo alcançar aquilo que queria. Como um homem na plenitude do seu vício, como aquele fruto proibido que tanto tenta e consegue a rendição. Mesmo no mais enuveado pensamento meu, quase não pensava, não sentia o pensar. Apenas o pulsar, a pele, o momento.
Meus cabelo soltos e desgrenhados assumiam uma forma que nem eu conseguia denominar, em meio a todos os meus adjetivos. Meus olhos perderam o foco e tudo transformou-se na luz que procurava. Aquela luz plena e apassivadora; aquela luz que vinha e ia em segundos. Minha respiração? Não podia dizer, quase não a sentia em meio a tantas sensações.
Aquele sorriso solitário veui depois de tudo e acalmou todo o meu ser, enquanto ao me levantar senti-me vazia em toda a minha completude.

2 comentários:

Stalker disse...

Isso foi bastante profundo, ao mesmo tempo foi bem conviçente...(admirador secreto! =P)

Maíra F. disse...

hmmm não sei o que comentar hahaha. enfim, eu adorei o post e acho que entendi o que você quis dizer. :)