quinta-feira, 24 de abril de 2008

Não muito a dizer. Um dia como outro qualquer, com provas, tv (sim, tv ¬¬), idas à padaria e um desejo intenso de H2OH! ._.'
Um dia como qualquer outro que eu juro que esperarei para poder dormir com aquele "eu te amo" ecoando em minha mente. Sim, esperar... acho que posso.

~ Enquanto isso, amar pode ser a resposta.


É fácil dizer adeus...
Quando não pensamos no amanhã...
Mas desistir de tentar...
Nunca foi parte do show...
Nós sabemos...
Quanto custa o nosso amor...
E eu acredito que você então...
Entenda isso dito acima...
Por favor, não me deixe sozinha...
Não desligue o telefone...
Não sou ninguém sem você.
Então ouça a musica,
E ache seu tom...
Pois você é a minha única verdade!
Eu me lembro do dia que eu vi você...
Eu era inocente também...
Eu falei pra você sobre outra garota...
E você abriu um grande sorriso...
Nossa amizade cresceu como nós...
Hoje, você faz parte do meu tudo...
Por favor, não me deixe sozinha...
Não desligue o telefone...
Não sou ninguém sem você.
Então ouça a musica,
E ache seu tom...
Pois você é a minha única verdade!
Porque...Depois de tanto tempo...
Eu continuo amando você...
E vou continuar amando, todos os dias da minha vida...
Não duvide...
Talvez quando eu morrer...
Meu amor não morra comigo...
Mas permaneça vivo...
Acredite nisso...
Você faz mais que um céu azul...
Você da sentido a minha vida.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Azul da cor do mar

Sentimentos inundados num mar de gente
Sofreres e viveres, escaldados.
Sentido único de tudo,
Se encantou com o arco-íris
Pôs o que pôde na mochila
E viajou por aí, como quem foge.
Se enfiou no primeiro boteco
E bebeu até vomitar, como quem quase morre de sede.
E saiu tropeçando nas próprias pernas, caindo por aí
E voltou pra casa. Ou o que achava que fosse.
Adormeceu. Sonhou com lindos campos, intocáveis,
Sonhos reticentes, incompletos, abertos, escancarados,
Visíveis por todos,
E sentiu vergonha. Por quê?
Desapropriando-se do seu corpo, do seu resto,
do que era quase seu. E agora não seria mais nada.

~~

"Ah, se o mundo inteiro me pudesse ouvir
Tenho tanto pra contar, dizer que aprendi
Na vida a gente tem que entender
Que um nasce pra sofrer enquanto o outro ri.
Mas quem sofre sempre tem que procurar
Pelo menos vir a achar razão para viver
Ter na vida algum motivo pra sonhar
Ter um sonho todo azul,
Azul da cor do mar."

Não é meu ;D
Mas vocês podem olhar o blog da dona:
.malditasvozes

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Nunca culpe o governo

Ah, debate. Porque não um debate? Bagunça, cadeiras, papéis e opiniões voando por todos os lados. Nessa hora, decidi que dar a minha opinião ou defender uma causa não seria algo prudente. Geralmente faço esse tipo de coisa, mas a minha mãe tende a me rotular como “Paladina da Justiça”. Mas isso realmente não vem ao caso.
Sentei-me no fundo da sala, exatamente entre dois amigos de opinião divergente até o cosmos. Eu estava lá, sentada e olhando para aquela situação ridícula. Sim, ridícula. Pode parecer uma opinião idiota, mas é muito chato olhar amigos praticamente se engalfinhando por uma causa que, independente de qualquer debate, não vai mudar.
Agora vocês se perguntam qual assunto, afinal, me deu um banho de saliva de ambos os lados. Cotas na Universidade. Sim, porque não discutir as cotas? Olhei para todos os lados e a grande maioria se dizia contra, alguns que mesmo sem defender sua opinião ferrenhamente, se disseram a favor {mesmo que depois das palavras finais da moderadora suas opiniões já fossem outras}. A minha melhor amiga mostrou-se totalmente a favor e disposta a lutar por isso, como uma grande revolucionária da época ditatorial. Ouso até afirmar que ela se sentiu ali na linha de frente comandando uma grande revolta.
Todos tomaram suas decisões, enquanto a minha amiga, sozinha, quase coloca uma classe de 40 alunos no chinelo. Enquanto eles lutavam por suas opiniões, continuei calada, apenas observando. Minha opinião? Sim, eu sou contra, como a maioria em todo o Brasil. Mas cada opinião tem seu ponto bom. Continuo concordando que as cotas geram preconceito e continuo concordando que os brancos querem as universidades só pra eles. E se me perguntarem um dia sobre o que eu acho, direi que o melhor seria mudar toda a história do país e dar um fim ao antigo e conhecido Jeitinho Brasileiro. Direi que se faz necessária uma medida de reeducação e finalmente um investimento de vergonha nas escolas públicas. Direi que é preciso dar fim a essa falta de oportunidade e uma reavaliação de direitos humanos e leis que, ao invés de apenas funcionarem na teórica, deveriam funcionar na prática.
Enquanto a atitude gerar preconceito, o preconceito vai gerar uma grande guerra de etnias ao final. Isso é algo que está em você, está em mim, em todos nós. Basta saber o que fazer com isso.

N/A: ouvi por aí que culpar o governo NUNCA dá em nada. =DRéplica feita, Lua.
Agora, Lua, sua PESTE safada, treplique! \o

sábado, 5 de abril de 2008

Levemente Canalha

Okay, dia muito melhor que esse vai ser difícil de achar. Porque quando a gente ta ao lado daquelas pessoas que a gente aprecia POR DEMAIS a companhia, tudo muda de um jeito surpreendente. O que era pra ser um dia normal com mais uma das minhas fugar – no sentido literal da palavra – tornou-se um dia de pura diversão e descobrimento.
O melhor de tudo é saber o que se sente e poder controlar isso; conseguir ver e continuar impassível. Enquanto você fica cada vez mais frio e mais perdido em si; mais sem sentimentos, sem lágrimas, sem finalidade, sem vontade. Você perde tudo que tem dentro de si e ganha uma defesa emocional praticamente impenetrável. Esse é o melhor de não ser absolutamente ninguém.
Você se torna tão vazio a ponto de não conseguir focalizar seus olhos em frente a um espelho. Você apodrece, se perde², torna-se um canalha e esquece completamente que um dia já pôde sentir, que um dia já provou algum prazer senão a luxúria. O maldito prazer da carne apodrecida, uma sede que nunca passa, como um ser amaldiçoado que sempre busca mais e mais no intuito de alcançar sua redenção.
Até ontem eu tinha certeza que poderia mudar alguém assim. Mas é como dizem por aí: os fracos sempre são levados pela atração da força maior.
Afinal, o que seria de um canalha sem sua contradição?

quinta-feira, 3 de abril de 2008

(Des) Conhecimento ~ Vícios sem virtudes.

Ela pousou o cigarro no cinzeiro mais próximo, seus olhos pequenos focalizaram a tela do computador. Cerrou-os e apagou pela milésima vez tudo o que já tinha escrito. Se cansara de tentar alcançar toda a perfeição nas suas palavras, algo que se tornava cada vez mais difícil.
Ela era proporcional. Seus cabelos pequenos e quase loiros, seu semblante calmo e ao mesmo tempo fechado, altura mediana, sorriso lunaticamente conveniente e um gosto por roupas escuras e all stars surrados. Um alguém como outro qualquer, ou até mesmo diferente de qualquer um. Seus pulsos marcados e olheiras profundas. Ela precisava escrever.
Tragou novamente e escreveu um pouco daquela história que tomava-lhe todo o sono. A história de um homem perdido entre livros, vontade de errar e a morbidez profunda. O que mais queria naquela hora era apenas uma garrafa de vodka e conseguir fechar aquele capítulo. Mais algumas palavras escritas e saiu dali. Correu para o banheiro e fez a única coisa que conseguia levá-la à realização. Nem cigarro, nem bebidas, nem drogas e nem fugir. Aquilo sim era o seu supra-sumo.
Ana respirou fundo e colocou um casaco por cima da sua camisa preta. Pegou suas chaves, uma carteira de cigarros e saiu em busca de si mesma e inspiração, com mais uma de suas cicatrizes.
N/A: Pra você! (Y) Ana Terra escrita e resgatada em toda a perfeição do mal do século (Y)